
A perspectiva mundial, de que até o ano de 2020 o número de idosos no mundo venha a dobrar e, com isso, haja um grande aumento do número de idosos incapazes devido às doenças degradativas, fez com que a industria farmacêutica investisse maciçamente na descoberta de novos fármacos mais específicos e mais seguros.
Colocar a biologia molecular a serviço da medicina já é hoje, uma realidade, a partir do instante que bactérias tem os seus DNA tratados e começam a se replicar com substâncias que serão utilizadas na fabricação de novos medicamentos condroprotetotes e visco suplementadores.
A chegada no mercado brasileiro de novas medicações, já em uso na Europa e Estados Unidos, para fazerem parte do arsenal terapêutico das especialidades que se dedicam ao tratamento da Osteoartrose, nos mostra um novo caminho, promissor, na tentativa de reverter uma maior ou menor incapacidade desta população idosa.
O importante é sabermos que não estamos de mãos atadas e, a cada dia, podemos contar com novas e melhores opções para os nossos pacientes.
No último Congresso Brasileiro de Reumatologia realizado em setembro de 2002, tivemos a oportunidade de presenciar, nas sessões destinadas a Osteoartrose, a afirmação da efetividade destes produtos bem como, da experiência crescente dos especialistas ligados à esta patologia, concluindo que, quanto mais cedo se institui uma terapêutica adequada, com certeza, melhores serão os resultados.
Uma abordagem medicamentosa correta, aliada a orientações posturais e cuidados constantes, sem dúvida, poderá retardar a evolução da Osteoartrose.
Procure o seu especialista e informe-se.
Dr. Antonio Carlos Novaes (Reumatologista)
Assistente Estrangeiro da Fac. de Med. de Paris